quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Ainda dá tempo de ter sucesso em 2009. Confira as vagas!

Faltam vinte dias para acabar o ano, mas nem por isso as vagas no mercado esportivo tiraram férias. Confira abaixo as oportunidades:

Entrevista
Cesar Sbrighi (http://www.mktesportivo.com.br/ e OnSports) fala sobre a evolução do marketing esportivo brasileiro, as habilidades esperadas de um profissional da área e as expectativas com Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil. Clique aqui e confira.

Carreira
Laboratório Esportivo: a gestão esportiva no Brasil não precisa de mais profissionais com formação?

Gerente de Projetos - Esporte (Rio de Janeiro/RJ)

Atualmente a TRANSEARCH Brasil está assessorando uma Consultoria que desenvolve de forma pioneira no Brasil trabalhos de gerenciamento social e gestão social integrada, com participação das comunidades envolvidas. Esta Consultoria busca um Gerente de Projeto para atuar em um de seus clientes, a Fundação de uma respeitada empresa privada nacional.


Este Gerente de Projeto atuará na coordenação regional (RJ) de um dos Centros de desenvolvimento humano e econômico da Fundação. Estes Centros, que seguem o modelo rural ou urbano, foram idealizados para contribuir com a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento integrado e sustentável das comunidades. Os Centros são Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs), viabilizadas por meio de parcerias locais com o Poder Público e entidades da sociedade civil organizada.

Os Centros têm como público prioritário crianças e jovens. A intenção é promover ações integradas, de longo prazo, que contribuam para o desenvolvimento integral da pessoa – físico, emocional e cognitivo – de maneira a fazer com que os jovens tenham autonomia e condições de sonhar e conquistar seus sonhos. Nos Centros os participantes são estimulados em práticas esportivas, com aulas de judô, natação e atletismo, em atividades culturais, no convívio social e no empreendedorismo.

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Administrador Esportivo (Santa Catarina)

Atuará com elaboração, coordenação e execução de atividades esportivas e sócio-culturais, processos administrativos e operacionais, gerenciando equipe de 22 colaboradores.


Perfil

  • Pessoal: liderança, proativo, dinâmico, espírito inovador e carismático.
  • Profissional: experiência em RH, formação e treinamento de equipe, bom relacionamento interpessoal, elaboração de relatórios, planejamento estratégico, financeiro e depto. pessoal.
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Laboratório Esportivo | A Gestão Esportiva no Brasil não precisa de mais profissionais com formação?

Fonte: http://www.laboratorioesportivo.com.br/

Esta pergunta nos foi enviada pelo Tiago Guimarães, leitor do Blog e membro da comunidade do Laboratório Esportivo no LinkedIn. (Se você ainda não conhece o LinkedIn está perdendo tempo! Faça logo parte dessa rede que é voltada para o mercado de trabalho).
Do nosso ponto de vista, a demanda por profissionais no segmento esportivo gera a necessidade de capacitação, ou formação, como disse o Tiago em sua pergunta. A partir de agora, com a realização da Copa do Mundo de Futebol e das Olimpíadas, certamente haverá um aumento da demanda por profissionais mais bem preparados na indústria do esporte. Por conseqüência, teremos um maior número de instituições oferecendo cursos nesta área, nos mais diferentes níveis, desde graduação, até MBA e Mestrado.

Olhando para o futuro (um futuro não muito distante) vemos uma grande oportunidade de aumento do interesse pelo esporte, o que provocará uma reação em cadeia, como a ampliação de atletas e de torcedores, o que irá ocasionar uma aumento no número de consumidores esportivos, por conseqüência cada vez mais anunciantes se interessarão pela indústria esportiva, daí surgirão novas empresas na área esportiva, as atuais aumentarão sua produção e por aí vaí, as possibilidades são muitas. Entretanto até os dias atuais talvez não tenhamos tido uma grande demanda por profissionais na indústria do esporte. Vamos a alguns exemplos.

■ Até os dias de hoje a grande maioria das Confederações e Federações brasileiras são geridas por ex-atletas que têm, sem dúvida alguma, conhecimento da prática do desporto da qual estão responsáveis, mas lhes falta alguma especialização técnica, lhes falta formação para o cargo de gestor.

■ Até bem recentemente imperava no futebol brasileiro a figura do cartola. Aquela figura que administrava os clubes com mão de ferro e que carregava malas de dinheiro para pagamento do bicho (premiação paga aos jogadores a cada vitória) ainda no vestiário.

Há diversos fatores que explicam esta fase “romântica” no esporte brasileiro, fase em que o amadorismo imperava e que era exercida uma administração na base do amor ao esporte. Não que isso ainda não ocorra, já citamos aqui no blog que esta ainda é uma pratica recorrente, o fato é que o esporte está inserido na indústria do entretenimento e esta, de uns anos para cá tem aumentado o seu índice de profissionalização.

Não precisamos ir longe. Tomamos o Carnaval como exemplo, (para mim não há melhor exemplo) e a proliferação das micaretas, abadás, camarotes etc. E os desfiles das escolas de samba que geram emprego ao longo de todo o ano (no Rio de Janeiro, por exemplo, foi construído inclusive uma Cidade do Samba, onde o carnaval é produzido como se fosse numa indústria !!!). A proliferação destes mega eventos só é possível com o envolvimento de profissionais capacitados, do contrário, estariam destinados ao fracasso, e não é isso o que vemos. (ainda que você não curta carnaval, não há como negar que o evento cresce a cada ano e que move milhões pelo Brasil a fora, ou seja, é um segmento de muuuuuito sucesso, em muito devido a sua profissionalização)

Concluindo, o Brasil precisa sim de profissionais com formação e precisará cada vez mais daqui para frente, em função das oportunidades que já aparecem, no seguimento esportivo, e que serão ainda maiores nos próximos anos.

Analista de Controladoria Sr. (São Paulo/SP)

Experiência na área de Controladoria (Empresas do segmento de varejo será um diferencial);

Excel Avançado (Tabelas Dinâmicas);

Conhecimento em ERP e Acess;

Confecção dos relatórios gerenciais: DRE, Análise de Balanço, Budget, Forecast, etc;

Análise Real x Orçado;

Indicadores de Performance e Desempenho;

Custos;

Formação de Preço;

Conhecimento em rotinas contábeis;

Graduado e desejável pós-graduação na área de Controladoria;

Preferencialmente residir nas regiões Sul/Centro - SP;

R$ 4.000,00 + VR + VT + AM + AO;

Horário - segunda a quinta-feira, das 8h às 18h e sexta-feira, das 8h às 17h.

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Analista de Marketing Esportivo (São Paulo/SP)

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Gerente de Vendas Canal Esportivo (São Paulo/SP)

Empresa admite profissional para atuar como Gerente de Vendas no segmento esportivo para planejar, controlar, coordenar e avaliar todas as atividades da área comercial, assegurar que a marca se consolide junto aos clientes, formar equipes de representantes e acompanhar o marketing.


Necessário estar cursando ensino superior, ter domínio de Pacote Office e conhecimento de vendas.
 
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

F.C. Golden State seleciona brasileiros para trabalharem como treinador de futebol nos Estados Unidos

O contrato será de seis meses, com extensão para 12 meses, com a revisão de extensão no quarto mês


Equipe Universidade do Futebol

O F.C. Golden State Soccer Club, localizada em Los Angeles, California, EUA, está selecionando profissionais brasileiros para trabalharem como treinadores de futebol para a temporada 2010/2011.

O F.C. Golden State está oferecendo o cargo de treinador de futebol. O contrato será de seis meses, com extensão para 12 meses, com a revisão de extensão no quarto mês.

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Entrevista com Cesar Sbrighi

1) Você é um dos personagens mais "antigos" do mercado esportivo brasileiro e sem dúvidas, um dos mais citados em entrevistas sobre essa indústria.

Quais principais mudanças que você notou nesses últimos tempos e quais principais características dos profissionais desse setor?
Agradeço sua observação sobre mim, mas apenas faço parte de um grupo de pessoas que querem ver o esporte crescer no Brasil e desta forma colaborar com o desenvolvimento desta nação. Tenho percebido uma grande mudança ao longo destes 12 anos de trabalho no setor. A primeira mudança, na minha opinião, foi o surgimento de cursos sobre gestão e marketing esportivo, que nem sempre são bem estruturados, mas com certeza é bem mais simples e barato do que ter que morar em Nova Iorque, como foi meu caso.

Outro fator que melhorou o nível dos profissionais foi a facilidade de informação com a democratização da internet, desta forma, os interessados tem diversos outros meios de se informar sobre o que está acontecendo no mercado e aprender com experiências ocorridas em todo o mundo. Antigamente, meu site, o mktesportivo era o único existente.

Ainda devo destacar a vinda de grandes eventos esportivos internacionais como o Pan, eventos FIFA e XGames, que elevaram nível de qualidade dos profissionais.

Acredito que as características mais comuns de um profissional da área de negócios esportivos são:

- Formação, normalmente em Educação Física (Esporte), Administração e Marketing;

- Habilidades, comunicativo, organizado e pró-ativo;

- Disponibilidade, normalmente trabalham com horários diferentes dos comuns, pois os eventos acontecem muitas vezes em finais de semana;



2) Na sua opinião, quais desses fatores pesam mais na contratação de um profissional para a área: conhecimento de negócios (finanças, marketing, rh, TI), do mercado esportivo ou networking?

Este assunto é sempre complicado, mas acredito que networking é fundamental,porque nesta área, você tem que confiar muito nas pessoas. Numa contratação, às vezes, você prefere uma indicação de quem já viu a pessoa trabalhando do que fazer aquelas análises comuns em contratações. Eu já vi muita gente que tem ótimo currículo, mas quando tem a pressão do trabalho não responde bem.

Nós que trabalhamos com eventos muitas vezes ao vivo para a TV, não podemos nos arriscar. Acredito que mais do que networking, as pessoas interessadas devem mostrar seu trabalho, seja com projetos bem formatados ou trabalhando de forma voluntária em eventos.

3) Sem dúvidas, a Copa do Mundo e as Olimpíadas oferecerão a oportunidade para interessados em ingressar nesse mercado. Que outras oportunidades você acredita que possam surgir no mundo de negócios do esporte em nosso país?

Além destes eventos de grande porte que você citou, vale a pena lembrar dos Jogos Militares e da Copa das Confederações que também terão grande repercussão no mercado. Acompanhando estes eventos criam-se diversas possibilidades em área como educação, construção civil e turismo. Por exemplo, deverão ser criados com o apoio do governo centros para identificação e treinamento de talentos esportivos, para isso precisa-se de profissionais para captação de patrocínio, gestão dos centros e organização de eventos. Acredito que além destes eventos, o futebol, que é nosso carro chefe, tem mostrado uma evolução no nível de gestão muito grande e acredito que precisarão de cada vez mais profissionais. Toda essa agitação no esporte também reflete nas empresas que precisarão investir e necessitarão de mão de obra especializada. Quer dizer, vejo um ótimo horizonte a frente.

4) Você hoje atua na On Sports, empresa especializada em eventos esportivos nacionais e internacionais. Que tipo de formação, habilidades e experiência vocês buscam em um candidato?

Só para avisar, nós não estamos contratando ninguém no momento. Quando contratamos, sempre visualizamos pessoas com boa formação e com certo nível de experiência no esporte, nem que seja como voluntário ou ainda que tenha feito bons projetos de patrocínio (quer dizer:bem estruturado, embasado,
criativo e mercadológicamente viável).
 
Inspire-se: profissionais de marketing esportivo dão dicas para quem quer chegar lá!


Renata Roth (Soccerex)
Thiago de Rose (Corinthians)
Rafael Pedreira (Umbro/Fila)

sábado, 5 de dezembro de 2009

SportJob| 4 vagas de emprego - Lance (São Paulo e Rio de Janeiro)

Grupo Lance contrata os seguintes profissionais:

  • Auxiliar Administrativo (São Paulo)
  • Coordenador de Vendas (São Paulo)
  • Analista de Marketing (São Paulo)
  • Analista de Sistemas (Rio de Janeiro)
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